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A História do Home Care.

O movimento de Home Care surgiu nos Estados Unidos em 1947 na era do pós-guerra. Foi quando várias enfermeiras se reuniram e passaram a atender e cuidar dos pacientes em casa. Somente na década de 1960 é que este movimento tomou mais vulto e a idéia da “deshospitalização precoce“; começou a ser levada a sério.

Os Hospitais viviam cheios, os leitos não eram suficientes, as filas para internação hospitalar começaram a surgir de todos os lados, a população aumentando cada vez, muitos doentes de guerras, os idosos estavam ficando mais longevos precisando cada vez mais de cuidados médicos e de enfermagem e novos Hospitais precisavam ser construídos. Nesta época surgiram as “Nursing Home”, que existem até hoje, onde o atendimento é realizado principalmente por enfermeiras e direcionado para o idoso crônico terminal. No entanto a demanda para atender outros tipos de pacientes, com diversas patologias era grande.

O invés de esses pacientes ficarem se recuperando no hospital, ocupando por vezes leitos desnecessariamente, foram surgindo instituições que se propunham a tratar dos pacientes em casa, operados ou não. Ao contrário, do que os médicos imaginavam em vez de queda, houve um salto de eficiência com este tipo de tratamento, promovendo-se uma recuperação precoce do paciente. Enfermeiras domiciliares foram surgindo; devagarzinho, foram se agrupando se organizando em instituições que se propunham a implantar este tipo de atendimento.
E o mais importante, foram os resultados conseguidos com uma drástica redução nos custos que variavam entre 20% a 70% mais barato do que os cobrados pelos Hospitais. Começava a surgir embrionariamente uma solução economicamente viável e criativa para um atendimento alternativo a saúde.

Os últimos dados americanos de 1997 a 2010 demonstraram existir atualmente cerca de 20220 organizações de HOME CARE nos EUA. O número de pacientes que receberam cuidados domiciliares em 1997 foi surpreendentemente elevado e atingiu a impressionante marca de 7,4 milhões de americanos! No ano corrente de 2007, os atendimentos chegaram a 12 milhões de americanos. Na Europa como um todo, chega a 4 milhões nos diversos países assistidos pelos Home Care instalados.

Na Europa o HOME CARE chegou um pouco mais tarde, mas também é visto como uma excelente alternativa de tratamento de saúde embasado nas estatísticas de que com HOME CARE houve um aumento relativo no número de leitos hospitalares – em torno de 30 a 40%, além da grande redução de custos que acarretava.

Embora o papel do Hospital, ao centralizar o atendimento ao paciente instável é primordial para o sucesso de seu tratamento, existe uma resistência natural do ser humano em ser “internado”. Sem conotação pejorativa estamos cansados de ouvir o –”prefiro morrer em casa”.

Uma recente pesquisa feita pelos americanos mostrou que 9 entre cada 10 pacientes optariam pelo HOME CARE a outro cuidado médico institucionalizado.

Isto reflete o desejo inato do ser humano: Ser tratado em casa, evitando os riscos de infecções hospitalares e descasos em seus tratamentos, mantendo a saúde e a individualidade.

Cálculos feitos recentemente com planilhas de custos de companhias de seguros de saúde e planos de saúde revelaram números que, com o paciente em Internação Domiciliar a redução de custos em certas doenças atinge valores entre 20% e 60% comparativamente aos custos hospitalares da mesma enfermidade. Assim a decisão dos planos de saúde de entrar neste segmento se responsabilizando financeiramente pelas despesas tornou o HOME CARE uma alternativa realista e definitiva.
Hoje a maioria destes planos cobre quase integralmente os custos de Internação Domiciliar. O raciocínio que se segue é que o HOME CARE ao reduzir os custos para as companhias de seguros e de planos de saúde estas poderia até repassá-los para seus clientes ou no mínimo não reajustar suas mensalidades com frequência e o quantitativo que costumam fazer.

O Home Care hoje.

O HOME CARE é hoje internacionalmente uma importante alternativa no tratamento de pacientes pela significativa relação de otimizar o binômio custo-benefício.

Vamos dar uns exemplos do que já ocorre em alguns países:
a) Um paciente com apendicite aguda não complicada é operado no Hospital e em 24 / 36 horas vai para casa com Internação Domiciliar (ID).
b) Uma cirurgia cardíaca – descomplicada, na Inglaterra é de 3 dias no Hospital, e, 5 dias com Internação Domiciliar.
c) Os pacientes de cirurgias ortopédicas também são excelentes candidatos para HOME CARE, (cujo pós-operatório por vezes é muito demorado) pois além de desafogar o leito hospitalar eles contam com uma rápida recuperação em casa.
d) A maioria dos pacientes em Home Care é idosa com mais de 65 anos de idade.

Como Funciona?

Embora o eixo de toda Internação Domiciliar seja feito pela Equipe de Enfermagem, conta-se também com nutrólogos, médicos, assistentes sociais, fisioterapeutas pulmonares, e de reabilitação física, além de psicólogos, e em regra, cabe ao Médico-Assistente a tarefa de indicar o momento exato que seu paciente poderá ir para a Internação Domiciliar, consultando e tendo o aval da Equipe de Enfermagem e a Multidisciplinar.

Compete, não exclusivamente a ele, repassar para a Chefia de Enfermagem da instituição de HOME CARE todas as suas rotinas, os medicamentos, as orientações médicas além dos exames que ele indica, e quando sejam feitos e as datas e horários que pretende visitar o paciente, que por lei e obrigatoriedade ética deve ser diária.

Caberá ao Enfermeiro tomar todas as providências pertinentes, indo visitar a residência do paciente, aplicar a Higienização e desinfecção do ambiente, para recebê-lo sem riscos de infecção primários e secundários, aplicando o SAE – Sistematização de Assistência de Enfermagem, a Prescrição de Enfermagem, apurar as condições mais apropriadas para uma assistência sem riscos operacionais e estruturais, conversar com os familiares, providenciar todos os equipamentos ergonômicos necessários (cama apropriada, postes de soros, bombas de infusão, respiradores, monitores, oxigênio e outros fatores de improvisação técnica para adequação das assistências à saúde); para continuar o tratamento em casa.

Estes equipamentos têm que ser compatíveis com a residência da família para tornar o ambiente apropriado e apto para continuar o tratamento do paciente.

O Home Care segue as determinações e orientações do Médico-Assistente, especialmente quanto aos medicamentos e materiais utilizados durante a Internação Domiciliar.

O HOME CARE não interfere na prescrição do médico-assistente do paciente. Entretanto por critérios de segurança as instituições de HOME CARE mantém médicos de backup 24 horas do dia, durante 7 (sete) dias da semana, que poderão ser acionados em caso do Médico-Assistente não ser encontrado ou se este solicitar outra especialidade, e ainda numa emergência onde ele (a) não estiver alcançável.

O Home Care por vezes é complexo e necessita de uma coordenação com variáveis frequentes e requer uma equipe multidisciplinar especializada para que trabalhem de modo integrado, em perfeita sintonia, coordenação e “timing”. Para isto são necessários profissionais de saúde mais globalizados, pois os casos vão requerer múltiplas terapias e análise de vários e modernos procedimentos em diversas especialidades.

A volta do Clínico Geral – do Intensivista vai ser motivada pela necessidade do mercado desta especialização.
Assim como o Enfermeiro conta com Especialidade em Home Care, este estará sozinho na casa do paciente sem contar com as supervisoras de Hospitais tendo que ter conhecimentos gerais e específicos amplos e seguros, criatividade e iniciativa para desempenhar com competência seu trabalho. Por isso, há necessidade de reciclagem constante e atualizada.

É de responsabilidade familiar designar um “cuidador”, (se possível do núcleo familiar), que será responsável pelo paciente.
O cuidador deverá encontrar–se absolutamente capacitado e psico–socialmente habilitado, para acompanhar a evolução da condição do paciente, transmitindo todas as informações à equipe profissional.
Cabe ao cuidador acompanhar todas as condutas realizadas no paciente, co-participando quando solicitado, estando fora de sua alçada à realização de procedimentos técnicos de enfermagem.
Sendo de responsabilidade da família e/ou representante legal do paciente o fornecimento correto das informações referentes às condições físicas da residência, bem como, aquelas relacionadas à limpeza e manutenção do ambiente; segurança; instalações hidráulicas / elétricas e o fornecimento de materiais de uso pessoal para o cuidado do paciente…

Da Internação à Alta Domiciliar.

Em geral a própria empresa de HOME CARE se encarrega de conseguir a autorização para a Internação Domiciliar após o preenchimento da solicitação pelo médico-assistente.

No entanto é de se esperar que no futuro ocorra o momento em que os próprios Planos de Saúde tomarão a iniciativa de redirecionar os pacientes internados para a Internação Domiciliar e não autorizar intermináveis prorrogações de internação hospitalar.

De posse da autorização de Internação Domiciliar fornecida pelo Plano de Saúde do paciente e já tendo o enfermeiro o sinal verde – com todos os equipamentos disponibilizados a serem levados para a residência do paciente – promove-se a transferência do paciente, no caso do Hospital para sua casa.

Em geral e por enquanto, os principais candidatos são principalmente idosos oriundos dos Hospitais, mas há inúmeros casos de pacientes com idades variadas.

Pesquisa recente revelou que dos pacientes internados em um Hospital Geral entre 30 a 40% dos casos já possam continuar o tratamento pela Internação Domiciliar.

São aqueles pacientes que, ou já foram operados ou que estão em recuperação devido a uma enfermidade clínica aguda, ou que se tornaram ou tornarão crônicas.

A Internação Domiciliar está indicado primordialmente para pacientes estáveis; eles podem estar até graves, mas desde que estejam com sinais vitais estabilizados são candidatos a Internação Domiciliar.

Se, no decurso da Internação Domiciliar passar para a condição de instável deve-se prontamente reavaliá-lo para uma possível pré-internação.

É sabido que o Eletrocardiograma – ECG, precoce permite identificar problemas no coração antes que eles se tornem mais graves, possibilitando salvar várias vidas. Câmaras de vídeos poderão ser instaladas nas casas do paciente caso seja necessário um diálogo melhor entre paciente e médico.

A Tele Saúde ou Tele Medicina se preferir, como sabemos, será uma importante contribuição na monetarização do idoso que morar sozinho e uma excelente alternativa para o interior do país onde existe grave carência de especialistas em cidades ou regiões remotas.

A previsão para o Brasil, por exemplo, é de que a população tenderá a estabilizar e decrescer a partir do ano 2.020.
Este tempo está ali na esquina, num piscar de olhos em termos científicos.

O envelhecimento da população acarretará consequências sociais profundas em todo o dinamismo saúde, trabalho e lazer.
A preocupação alarmante dos Seguros e Planos de Saúde com os elevados custos desta população tem procedência e vão ter que investir em programas de prevenção básicas e tecnológicas.
E um dos melhores lugares para começar a ensinar esta prevenção é dentro de casa, e a utilização dos serviços de Home Care será indispensável nestes momentos, pela sua atuação e segurança. Isto fará o DIFERENCIAL DA ASSISTÊNCIA A SAÚDE e nos rendimentos destas empresas de saúde para sua sobrevivência

Home Care

Voltado para pacientes com doenças crônicas, com sequelas neurológicas, geriátricos, acidentados, recém-nascidos prematuros, deficientes físicos e mentais, deficientes renais, e todos os casos em que a reabilitação for de longa permanência e dependência. Além destes casos, outros de menor intensidade ou condutas como consultas domiciliares de Enfermeiro ou Médico, rotineiros em casos da Saúde em Casa, como antigamente, e ora atualizado em forma empresarial.

Assessoria e Consultoria – Auditorias – Análises e Gestão de Riscos de Saúde

Voltado para Empresas da Área de Saúde, Hospitais, Clínicas Especializadas, Consultórios Médicos, de Enfermagem e Odontológicos, Escolas Técnicas e Universidades, e o próprio paciente ou seus familiares, utilizando também sistema de call center para esclarecimento de dúvidas.
As Análises e Gestão de Riscos de Saúde, baseados em procedimentos de Acreditação, formarão o profissional de Enfermagem na Especialidade de ponta na recuperação do cliente/paciente, pois ele determinará qual deverá ser o melhor procedimento a ser adotado para a recuperação da saúde da clientela alvo.

Educação e Formação de Profissionais

Voltado à capacitação e formação de mão de obra específica, promovendo treinamentos e cursos na própria sede, assim como em empresas e hospitais.

Comércio de Materiais Descartáveis

Voltado ao varejo, ou seja, consumidores, familiares e pacientes que necessitem de materiais para o auto cuidado ou de seus familiares, e também ao atacado, ou seja, clínicas e consultórios que utilizem estes materiais.

Comércio de materiais e Equipamentos para pacientes diabéticos, alérgicos e ortopédicos.

Voltado a pacientes com patologias específicas e que necessitem de cuidados especiais, disponibilizando de orientações completas e específicas se necessidade houver, tanto em nível de consultoria diferenciada.

Locação de Equipamentos

Voltado a pacientes que necessitem por um período de equipamentos que auxiliem no dia a dia, como cadeiras de rodas, camas hospitalares, muletas, andadores, tipoias e outros materiais específicos.

Coleta de Lixo Séptico
Voltado para o próprio Home Care, que por força da atividade, deve realizar esta coleta, retirando do domicílio do paciente o material contaminado usado nos procedimentos, e em extensão organizacional e estrutural, para Clínicas, Consultórios e Laboratórios que na maioria das vezes não tem onde armazenar este tipo de dejeto, custeando assim a própria coleta ou enviando através de serviços do município..

Esterilização de Instrumentais – Central de Esterilização
Voltado para o próprio abastecimento do Home Care estendendo também para pequenas Clínicas, Consultórios e Laboratórios que não possuem os meios de fazê-lo de forma confiável, tendo em vista que estes locais identificam seus procedimentos no máximo através de estufas, procedimento dispendioso, nem sempre realizada de forma confiável e correta, podendo comprometer seriamente os usuários destes instrumentais, qual opção recai sempre em processos através de Autoclaves, que será disponibilizada.

Coleta Domiciliar de Exames
Voltado a tender pequenos laboratórios que gostariam de realizar esta atividade, porém não o fazem por falta de estrutura e meios confiáveis.

Vacinação
Posto local e em domicilio, facilitando o trânsito dos clientes.

Serviço de Ambulâncias
Voltado ao usuário e para urgências e emergências onde se faça necessário, fazendo o diferencial assistencial.

Porque deixar a Portalmed cuidar de você?

Clientes e Parceiros

Basicamente os Clientes em potencial da atividade são os Convênios Médicos, as Empresas de Autogestão de Saúde, as Autarquias, Empresas Privadas, Empresas de Seguro Saúde, Hospitais, Secretarias Municipais e Estaduais, entre outros, além de pacientes particulares que fazem uso estimado em mais de 50% das atividades atuais dos Home Care em atividade, gerando receita em curto e médio prazo, conforme contratos de assistência efetivada.

Casos de maior complexidade que requeiram assistência diária, como curativos, medicações parenterais (injeções musculares ou venosas, soroterapias) as visitações é de apenas uma por semana, se houver solicitação frequente dos familiares, comprovados por coleta de cópias de prontuários de pacientes, com autorização deste e de seus familiares..

Percebe-se nitidamente que a disponibilidade de leitos utilizados por empresas de Seguro Saúde é quase 300% maior da disponibilidade para atendimentos pelo SUS, e ainda este, com acesso restrito, como os dados estatísticos oficiais.

Humanização

Oferecemos um tratamento que preza pela dimensão humana, priorizando o bem estar de nossos pacientes e seus familiares.

Qualidade

Buscamos melhorar constantemente nosso atendimento através da padronização e controle dos nossos processos, proporcionando segurança a nossos pacientes e colaboradores. Acreditamos que o conhecimento e a capacitação da equipe seja o caminho mais curto para atingirmos nosso objetivo.

Respeito às Pessoas

Respeitamos suas crenças, seus hábitos, sua privacidade e suas diferenças.

Responsabilidade Social

Conduzimos nosso negócio com a consciência do nosso “papel” social e acreditamos que podemos contribuir para a melhoria da qualidade de vida de todo o entorno.

Família

Temos na família a base de todo nosso serviço, pois é nesse ambiente de calor humano que nos estabelecemos e fazemos valer nossos valores. Portanto, não cuidamos apenas dos pacientes, mas também de seus familiares.